Na opinião de músicos, compositores, jornalistas e produtores culturais, a visão do 1º Musicanto, em 83:
“O Musicanto passou a ser, com todas as letras, um marco da abertura tanto reclamada por todos aqueles que fazem ou querem fazer algo mais do que puro e simplesmente tradicionalismo musical” (Juarez Fonseca – Zero Hora).
“O Musicanto é o acontecimento mais importante ocorrido no Rio Grande do Sul em relação a música gaúcha, porque conseguiu juntar dois pólos opostos, fazer uma simbiose e mostrar para todos que ninguém sai perdendo com essa aproximação” (Sérgio Napp – compositor).
“Acho que o Musicanto atingiu seus objetivos e, particularmente, realizei um sonho de mais de seis anos. A partir do Musicanto a música gaúcha vai conseguir projeção nacional, me atrevo a achar isso” (Luiz Carlos Borges – compositor e idealizador do festival).
“Foi maravilhoso, um festival aberto, moderno, contemporâneo, exuberante, tradicional. Aqui me reconciliei com a forma dos festivais, dos quais tinha me afastado há quatro anos” (Raul Ellwanger – compositor).
Fonte: Revista Musicanto 10 anos – Novembro de 1992. Página 6.
